As PERDAS SIMBÓLICAS NO TORNAR-SE MÃE

Uma análise fílmica de um luto não reconhecido

Autores/as

  • Sebastião Elan dos Santos Lima FACISA/UFRN
  • Ana Sara de Sousa Silva FACISA/UFRN
  • Ana Paula de Souto FACISA/UFRN
  • Isabela Pereira de Araújo Dantas FACISA/UFRN

Palabras clave:

Maternidade, Luto, Filme cinematográfico, psicologia

Resumen

Objetiva-se analisar a vivência das perdas simbólicas na maternidade, compreendidas como um luto não reconhecido, a partir da obra cinematográfica “Como Seria Se…?” (2022). Para tanto, foi realizada uma análise comparativa entre o longa-metragem e o referencial teórico do campo da Psicologia, com o intuito de identificar semelhanças entre os achados de cunho científico e o que foi representado na ficção. Observa-se a presença de perdas simbólicas relacionadas à reestruturação da identidade e à importância da rede de apoio para lidar com o luto decorrente das inúmeras mudanças vivenciadas no ciclo gravídico-puerperal. Além disso, outro aspecto identificado na comparação refere-se às escolhas e renúncias que emergem no contexto da maternidade, tais como: voltar a morar com os pais, dar uma pausa na carreira dos sonhos e não entrar em um relacionamento amoroso.

Publicado

2023-12-20

Cómo citar

dos Santos Lima, S. E., de Sousa Silva, A. S., de Souto, A. P., & Pereira de Araújo Dantas, I. (2023). As PERDAS SIMBÓLICAS NO TORNAR-SE MÃE: Uma análise fílmica de um luto não reconhecido. Revista Cidade Nuvens, 2(8). Recuperado a partir de https://revistas.urca.br/index.php/rcn/article/view/449