http://revistas.urca.br/index.php/SertH/issue/feed Sertão História - Revista Eletrônica do Núcleo de Estudos em História Social e Ambiente 2022-02-04T18:24:16+00:00 Darlan de Oliveira Reis Junior sertao.historia@urca.br Open Journal Systems <p>Sertão História - Revista Eletrônica do Núcleo de Estudos em História Social e Ambiente tem como missão contribuir para o debate teórico e a difusão das pesquisas em História e áreas afins, bem como democratizar o acesso ao conhecimento científico.</p> <p>Podem publicar graduados, estudantes de pós-graduação lato e stricto sensu (mestrado e doutorado), mestres e doutores.</p> <p>Sertão História é um períodico semestral, eletrônico, do Núcleo de Estudos em História Social e Ambiente - NEHSA, da Universidade Regional do Cariri. </p> <p><strong>ISSN 2764-3956</strong></p> http://revistas.urca.br/index.php/SertH/article/view/123 Entre o mundo acadêmico e o “mundo beato” – vivências de uma antropóloga sertaneja: 2022-02-03T14:35:34+00:00 Maria de Fátima Morais Pinho fatima.pinho@urca.br Viviane Prado Bezerra viviane_prado@uvanet.br <p>Luitgarde Oliveira Cavalcanti Barros, antropóloga e professora aposentada da UFRJ e UERJ, nascida no sertão de Alagoas, em 22 de dezembro de 1941, é uma das maiores intelectuais do Brasil e, certamente, uma das maiores pesquisadoras do universo social e cultural do sertão nordestino. Nesta entrevista, a professora Luitgarde Barros nos fala sobre sua trajetória de vida, formação acadêmica e intelectual, sua militância político-social em defesa da educação pública e sobre sua paixão pelo “mundo beato”, prioridade de suas pesquisas.</p> 2022-02-04T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 SerTão História - Revista Eletrônica do Núcleo de Estudos em História Social e Ambiente http://revistas.urca.br/index.php/SertH/article/view/107 Plínio Salgado em diferentes atos 2021-12-07T13:02:13+00:00 Jose Airton Ferreira Costa Junior joseairtonhistoria@outlook.com <p>A presente resenha tem irá analisar o trabalho de João Fábio Bertonha sobre a trajetória da vida política e da memória sobre Plínio Salgado.</p> 2022-02-04T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 SerTão História - Revista Eletrônica do Núcleo de Estudos em História Social e Ambiente http://revistas.urca.br/index.php/SertH/article/view/124 Expediente 2022-02-03T15:23:53+00:00 Ana Isabel Ribeiro Parente Cortez Reis anaisabel.reis@urca.br <p><strong>V.1, n.1 / janeiro - junho de 2022</strong></p> <p><strong>Núcleo de Estudos em História Social e Ambiente - NEHSA </strong></p> <p>Universidade Regional do Cariri – URCA</p> <p>Periodicidade Semestral</p> <p><strong>Endereço: </strong>Av. Coronel Antonio Luiz, 116, Campus Pimenta</p> <p>CEP: 63105-000</p> <p>Crato - Ceará</p> 2022-03-14T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 SerTão História - Revista Eletrônica do Núcleo de Estudos em História Social e Ambiente http://revistas.urca.br/index.php/SertH/article/view/122 Apresentação 2022-02-02T14:35:52+00:00 Darlan de Oliveira Reis Junior darlan.reis@urca.br <p>Apresentação do número 1, volume 1, da Revista Sertão História, pelo Editor-Chefe, Darlan de Oliveira Reis Junior&nbsp;</p> 2022-03-14T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 SerTão História - Revista Eletrônica do Núcleo de Estudos em História Social e Ambiente http://revistas.urca.br/index.php/SertH/article/view/98 Direito e Diplomacia no Tempo Saquarema: 2021-11-09T13:22:57+00:00 Alan Dutra Cardoso alandutra@id.uff.br <p>O artigo é resultado de reflexões que surgiram da documentação que registrou a articulação entre os movimentos internos e externos do Império do Brasil ao redor do processo de afirmação das fronteiras políticas do país na região que hoje se entende como parte da Amazônia. Compreendemos como, em meados do século XIX, aquelas ações estiveram associadas ao projeto de consolidação do Estado Imperial, sob a hegemonia dos saquaremas. Pautamo-nos nas leituras dos conservadores acerca da História, do Direito de posse de territórios confinantes e da livre navegação do Rio Amazonas enquanto constituinte de uma ideia de Nação coesa, cuja uma base era a defesa da dimensão e unicidade do território, com vista a defender o seu controle. Este mecanismo, que sintetizava uma das faces que se desdobrou no Tempo Saquarema, mostrou-se eficaz no que diz respeito aos projetos impetrados do ponto de vista da diplomacia, sobretudo em relação aos países que compartilham, com o Brasil, os limiares da floresta amazônica.</p> 2022-02-04T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 SerTão História - Revista Eletrônica do Núcleo de Estudos em História Social e Ambiente http://revistas.urca.br/index.php/SertH/article/view/106 Antes as armas que o jugo: 2021-12-02T12:32:38+00:00 João Paulo Peixoto Costa joao.peixoto@ifpi.edu.br <p>O artigo visa analisar o envolvimento indígena da região da Ibiapaba, no Ceará, na Balaiada. Por meio da união com outros grupos, com destaque para o reduto de Frecheiras, refletiremos sobre as percepções indígenas em meio a mudanças que ameaçavam suas condições de trabalho e suas terras.</p> 2022-02-04T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 SerTão História - Revista Eletrônica do Núcleo de Estudos em História Social e Ambiente http://revistas.urca.br/index.php/SertH/article/view/112 Conflitos de terra e mão de obra indígena na fronteira oeste brasileira, 2021-12-07T12:22:36+00:00 Dandriel Henrique da Silva Borges dandrielhenriqueborges@gmail.com <p>Esse artigo propõe o estudo sobre conflitos fundiários entre fazendeiros e grupos indígenas na passagem do século XIX para o XX. Para tanto, vamos analisar as relações entre o latifundiário Antonio Joaquim Malheiros e indígenas Kadiwéus, na região do então sul do Mato Grosso (atual Mato Grosso do Sul), examinando também o usufruto da mão de obra de indígenas, havendo inclusive denúncia de maus tratos e más condições de trabalho. A pesquisa pretende desnudar, em diálogos com outros autores, a importância de se observar que, com relação aos estudos dos grupos indígenas, o binômio terra e trabalho deve ser compreendido conjuntamente ao longo dos oitocentos. </p> 2022-02-04T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 SerTão História - Revista Eletrônica do Núcleo de Estudos em História Social e Ambiente http://revistas.urca.br/index.php/SertH/article/view/108 “A acção destruidora do fogo e do machado” 2021-12-09T11:02:13+00:00 Johnnys Alencar johnnysjalencar@gmail.com Lina Maria Brandão de Aras laras@ufba.br <p>Nas duas primeiras décadas do século XX foram publicadas notícias em jornais da cidade do Crato, <em>A Liça­</em> (1903) e <em>O Araripe</em> (1919), que denunciavam a “destruição do Araripe” e apontavam para uma defesa em torno das “mattas”. No entanto, não houve tentativa em buscar entender quais os interesses e/ou os motivos por quais os transgressores/pobres mantinham tais práticas e hábitos. O presente artigo busca entender como, no espaço regional, o discurso sobre a preservação serviu como recurso político que ajudava na manutenção da estrutura agrária em vigência e na submissão dos trabalhadores às relações de trabalho impostas.</p> 2022-02-04T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 SerTão História - Revista Eletrônica do Núcleo de Estudos em História Social e Ambiente http://revistas.urca.br/index.php/SertH/article/view/103 De tapuia a caboclo: 2021-12-01T18:15:33+00:00 Raimundo Alves de Araújo raimundo.arcanjo.ipu@gmail.com <p>Em nosso artigo defendemos a ideia de que a colonização/ocupação das terras da capitania do Ceará Grande estive ligada diretamente à <em>Insurreição Pernambucana</em> (1645 - 1654) e a <em>Guerra dos Bárbaros</em> (1650 – 1720). Teria sido a partir destes conflitos que os “brasileiros” (milícias e bandeiras) teriam desbravado os sertões (principalmente da margens do Jaguaribe e da Serra dos Cariris Novos), eliminando/subjugando os povos nativos e submetendo-os ao jugo da monarquia portuguesa e ocupando as terras dos interiores da capitania do Ceará Grande. Por fim, apresentamos o processo de transição dos últimos <em>tapuias</em> dos sertões do Ceará Grande – cariris, tremembés, canindés, tabajaras, icós etc. – para a condição de <em>cabras</em> e <em>caboclos</em> súditos cristãos da monarquia portuguesa na América.</p> 2022-02-04T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 SerTão História - Revista Eletrônica do Núcleo de Estudos em História Social e Ambiente http://revistas.urca.br/index.php/SertH/article/view/117 São José do Egito - Alto Sertão do Pajeú - Pernambuco: 2021-12-14T11:56:52+00:00 Lindoaldo Campos lindoaldocampos@hotmail.com <p>Tendo em mira a escassez de estudos a respeito dessa importante região para a cultura popular do sertão do Nordeste brasileiro, o presente artigo pretende-se uma contribuição para a pesquisa sobre a história do município pernambucano de São José do Egito, localizado no Alto Sertão do Pajeú e conhecido como Berço Imortal da Poesia. Nesse sentido, inicialmente apresentaremos relevantes aspectos geográficos e culturais da microrregião do Alto Sertão do Pajeú e do Município de São José do Egito, a cujo respeito adiante serão assinalados elementos históricos relacionados à Vila de Flores do Pajeú, sede da Comarca do Sertão no século XIX, à Vila de Ingazeira, terra-mãe do Alto Sertão do Pajeú, e por fim, à Vila de São José das Queimadas, que se tornou a Vila de São José da Ingazeira e atualmente o Município de São José do Egito.</p> 2022-02-04T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 SerTão História - Revista Eletrônica do Núcleo de Estudos em História Social e Ambiente http://revistas.urca.br/index.php/SertH/article/view/116 Do meu lugar nem morto: 2022-01-26T12:19:11+00:00 Ednaldo Emilio Ferraz edeemferraz@gmail.com <p><span style="font-weight: 400;">Este artigo é resultado de uma jornada de 10 anos de observação (sobre a topofilia rural)&nbsp; e de diversas conversas informais e formais com centenas de agricultores familiares, no entanto foram selecionados apenas 20 atores sociais considerados topófilos (incluindo 6 que participaram da primeira parte), o trabalho faz um comparativo entre dois períodos, 2011-2 de seca prolongada e 2020-1 chuvoso, anos considerado excelente pelos participantes. A metodologia seguiu o caminho da analogia descritiva pautada da História Oral desse estudo de caso. O objetivo do presente texto terá&nbsp; a&nbsp; intencionalidade primordial de homenagear todos os topófilos idosos (ou não) que fazem dos seus lugares (rurais) espaços de memórias, de afetos e de identidade.</span></p> <p>&nbsp;</p> 2022-02-04T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 SerTão História - Revista Eletrônica do Núcleo de Estudos em História Social e Ambiente